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Autor: Ilhéus em Pauta - 17/06/2017 20h45

Mais de 160 brasileiros são enganados na Bolívia



Comprar passagens aéreas não tem sido uma tarefa tão fácil nessa época de crise para os brasileiros. Agora imagina se programar para visitar parentes, viajar a passeio com destinos internacionais, comprar passagens com uma companhia de turismo e descobrir que tudo não passou de um golpe?

Foi o que aconteceu com os brasileiros residentes em Cochabamba, na Bolívia.

Eles compraram passagens com a companhia “Viccio Tours”, mas tiveram uma desagradável surpresa: ao tentarem remarcar as passagens, ou tirar dúvidas relacionadas à companhia aérea pela qual viajariam, perceberam que não havia nada em seus nomes.

De acordo com os entrevistados, o dono da empresa já atua no ramo há 3 anos, onde outras pessoas já haviam comprado passagens e viajado tranquilamente nesse período. Mas o jogo virou.

Os Brasileiros entrevistados relataram que compraram suas passagens (alguns com vôos internacionais e muitos até 5 a 7 passagens de vez para toda a família) e não conseguiram resgatar as mesmas.

Jhonny Richard Soto Pinto comprou mais de 160 passagens durante o período de algumas semanas, e em seguida, após enviar o comprovante para os clientes, cancelou o pedido das mesmas.

Os brasileiros relatam que já tentaram registrar boletim de ocorrência na polícia da Bolívia, sem sucesso. Questionados como era o processo da compra e entrega de passagens, fomos informados que normalmente ele realizava as reservas por mensenger ou whataapp e o pagamento se dava no momento que ele entregava as passagens, muitas vezes ele deixava na residência dos clientes.

As pessoas lesadas criaram um grupo no whatsapp, onde trocam informações e prints das conversas com o dono da empresa, na maioria das conversas ele promete devolver o dinheiro, mas as mesmas não acreditam, já que ele agiu de má fé quando cancelou após pagamento todas as passagens emitidas, como se pode ver nas fotos enviadas.

Ninguém sabe onde Jhonny Richard se encontra, e esperam a solução do caso pela polícia brasileira, o mais breve possível já que na polícia boliviana não conseguiram resolver.



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