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Autor: Gazeta Central - 03/07/2017 07h20

Idaron de Ouro Preto realiza monitoramento sorológico de peste suína clássica

Esse monitoramento garante a certificação para que a carne suína seja exportada para os demais estados e até mesmo outros países.


Foto: Rogério Ambrósio

A equipe da Agência de Defesa Agrossilvopastoril do Estado de Rondônia (IDARON), Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (USAV) da Estância Turística de Ouro Preto do Oeste realizou no mês de junho o monitoramento sorológico de peste suína clássica (PSC) em oito propriedades rurais do município.

O monitoramento foi realizado pelo médico veterinário Rogério Ambrósio e o assistente estadual de fiscalização Cleber Saiter. No período de 29 de maio a 23 de junho, retiraram amostras de sangue de oito suínos - reprodutores ou matrizes - de cada granja.

O soro retirado do sangue é selecionado através de uma centrífuga e enviado ao Centro de Diagnóstico de Sanidade Animal (CEDISA), localizado em Santa Catarina, que tem o prazo de 15 dias para confirmar se os animais estão livres da PSC.

Graças a esse trabalho desenvolvido pelos servidores da Idaron, desde o ano de 2012 Rondônia é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), como livre da peste suína clássica.

O veterinário explicou como foi realizada a ação de monitoramento sorológico da peste suína clássica.
Segundo Ambrósio, esse monitoramento tem grande importância para a economia do Estado, pois, de acordo com o veterinário, é através do resultado desses exames que a OIE certifica o rebanho de suínos como livre da peste. E, a partir daí, os proprietários das granjas estão habilitados a exportar a produção de carne suína para os demais estados e até mesmo outros países.



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