Autor: ASSFAPOM - 29/07/2020 16h30

Após denúncia da ASSFAPOM, PM proíbe a remoção de motocicletas em carrocerias de viaturas

A denuncia se refere aos caminhões guinchos que não estavam sendo empregados nas ocorrências polícias




Após denúncia da ASSFAPOM publicada nas redes sociais e expediente protocolado no Tribunal de Contas de número de Processo (01953/20), pelo representante legal da entidade Jesuíno Boabaid, quanto aos caminhões guinchos que não estavam sendo empregados nas ocorrências polícias, e um cabo da PM, lotado no 9° Batalhão perdeu a falange do dedo no dia 21 de julho de 2020, após sofrer acidente de trabalho na rodovia Expresso Porto (Anel Viário) em Porto Velho.

O Coordenador de Planejamento Operacional da PM/RO Coronel, Fábio Alexandre Santos França, expediu o Memorando Circular nº 9/2020/PM-CPO, que PROÍBE a remoção de motocicletas nas carrocerias de viaturas em condições normais nas localidades atendidas por guincho da PM, bem como, nas localidades não atendidas com guinchos PM, os militares devem verificar possíveis meios para realizar a remoção, sem que este traga prejuízo à integridade fisica dos policiais militares envolvidos.Vale destacar que, após denuncia da entidade, os caminhões guinchos já estão prestando o devido atendimento para os militares de Porto Velho.

O expediente encaminhado pelo Coronel, deixa a cargo dos militares de verificar possíveis meios para realizar a remoção, sem que este traga prejuízo à integridade física dos policiais militares envolvidos nos locais que não tenham guinchos, fato este que poderá acarretar problemas nas ocorrências que tenham a necessidade do uso do guincho, pois quem deve dar meios e condições de trabalho é o Estado, não os militares terem que verificar possíveis meios para realizar a remoção.

Diante da apresentação do Memorando Circular nº 9/2020/PM-CPO, a ASSFAPOM estará fazendo um aditamento ao processo aberto no Tribunal de Contas, para que seja verificado a contratação de meios, onde os militares possam remover os veículos, bem como, irá ingressar com uma Ação Civil Pública na busca de resolver essa questão, caso a administração não tenha uma solução adequada.




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